White House Unbuttons Formal Dress Code – NYTimes.com

When Mr. Bush moved in, he exercised his presidential decorating prerogatives and asked his wife, Laura, to supervise the design of a new rug. Mr. Bush loved to regale visitors with the story of the rug, whose sunburst design, he liked to say, was intended to evoke a feeling of optimism.

The rug is still there, as are the presidential portraits Mr. Bush selected — one of Washington, one of Lincoln — and a collection of decorative green and white plates. During a meeting last week with retired military officials, before he signed an executive order shutting down the prison at Guantánamo Bay, Cuba, Mr. Obama surveyed his new environs with a critical eye.

“He looked around,” said one of his guests, retired Rear Adm. John D. Hutson, “and said, ‘I’ve got to do something about these plates. I’m not really a plates kind of guy.’ ”

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One Reply to “White House Unbuttons Formal Dress Code – NYTimes.com”

  1. Je1 percebi, RB, quer festa. E quer um remsuo em meia dfazia de linhas de um processo que tem sessenta anos. A minha opinie3o ne3o se altera com fait-divers e muito menos com pretextos. Trata-se apenas de mais um episf3dio do historial de agressf5es, brutalidades levadas a cabo pelo estado de Israel. Pretextos que ve3o mudando com o andar dos anos mas que concorrem para o mesmo objectivo definido desde sempre: a agenda de Israel ne3o passa por um estado palestiniano independente. Quer e9 transformar o conflito numa mera escaramue7a entre gente maltrapilha e chata, sem identidade e sem direito a reivindicar um estado e a quem e9 preciso assentar de vez em quando uns correctivos, e um paeds je1 organizado que tem que ir distribuindo umas palmadas dadas a tempo’. E que fujam para a Jorde2nia, le1 e9 que e9 a Palestina, como planeou aquele rapaz jeitoso no manejo de metralhadoras chamado Sharon. E para isso Israel ne3o hesita, nunca hesitou, em usar as ocupae7f5es, a fome, a careancia de bens, as bombas incendie1rias, a violeancia contra as populae7f5es civis, os hospitais, as escolas. Je1 sei, andavam todos de brae7adeira da ONU mas eram terroristas ou snipers, ou vizinhos de terroristas e snipers, principalmente as criane7as, as tais que o desenho aed colocado te3o bem retrata. Deu-me vontade de rir a inoceancia cednica do cartoon, fez-me lembrar de imediato a cane7e3o do Sting que he1 uns anos dizia “I hope the Russians love their children too”. Agora que os russos talvez, sei le1, e porque ne3o?, je1 gostem das suas criane7as, e9 altura de passar a maldie7e3o a outros. E os pretextos team sido de uma monotonia tal que os piedosos se limitam a abanar que sim a tudo com a cabee7a: ou porque o Arafat era terrorista, ou porque o terrorista e9 afinal o Hamas, qualquer dia o Abbas; ou porque e9 o Ire3o, ou porque e9 a Sedria, ou porque e9 o Hezbollah; ou porque usam foguetes, ou porque usam pedras, ou porque usam fisgas, ou porque choram, ou porque gritam, ou porque se revoltam. E ano apf3s ano Israel vai-se armando e fortalecendo e o estado palestiniano definhando e vendo a hipf3tese de independeancia por um canudo. Na prf3pria terra. He1 mais situae7f5es de arbitrariedade poledtica no mundo, o que quer que isso seja, mas esta e9 talvez a mais chocante porque com consequeancias graves na vida de toda a gente. De1 a ideia que se faz de propf3sito para acirrar as fore7as do mal’, aquilo que os brasileiros definem como cutucar a fera com vara curta’, para se ter a certeza de que a fera reage de modo a justificar a cae7ada que se segue. O impoluto Olmert afirma candidamente que o presidente da Autoridade Nacional Palestiniana, Mahmoud Abbas, e9 se9rio nas suas intene7f5es de paz’ e a actual direce7e3o palestiniana ne3o e9 terrorista’. Sere3o os prf3ximos, e9 claro, mas nesta etapa de1-lhes um jeite3o a divise3o palestiniana, ne3o foi por simpatias pessoais que a Mossad fez o que fez pelo Hamas. Para os que protestam em piloto autome1tico que leiam o camarada Olmert, que ne3o teve papas na ledngua e acusou em pleno parlamento o camarada Bibi de instalar e dar vida ao Hamas e uma maf5zinha solide1ria ao Yassin. A resposta foi uma acusae7e3o do mesmo jaez e le1 se engalfinharam de novo em denfancias mfatuas. Gente fina! O que ate9 nem admira nada, ne3o e9 verdade? Ne3o e9 a primeira vez em poucas de9cadas que os aprendizes de feiticeiro arremetem contra as suas criaturas quando estas esgotam o papel que lhes estava destinado. A receita e9 sempre a mesma e je1 vimos esse filme uma se9rie de vezes nos faltimos anos. Acho que je1 o transcrevi aqui, o Truman foi o homem que viabilizou o estado de Israel, pode dar-se-lhe o benefedcio de alguma imparcialidade. Nunca o afirmou em vida mas deixou-o nos die1rios, a bom recato, e0 cause des mouches e das eleie7f5es. Yet when they have power, physical, financial or political, neither Hitler nor Stalin has anything on them for cruelty or mistreatment to the underdog. Passados sessenta anos o MP e membro do Jewish Labour Movement, o brite2nico Gerald Kaufman, interve9m no Parlamento: My grandmother was ill in bed when the Nazis came to her home town of Staszow. A German soldier shot her dead in her bed. My grandmother did not die to provide cover for Israeli soldiers murdering Palestinian grandmothers in Gaza. They are not simply war criminals; they are fools.Por isso, caro RB, espero que fique satisfeito com a resposta porque a faltima coisa que tenciono e9 andar aqui a discutir quem e9 que, desta vez, nasceu primeiro, se o ovo ou a galinha. Teria que se voltar muito atre1s, e0 criae7e3o administrativa de dois estados na antiga Palestina, e0s dezenas de sane7f5es da ONU ao longo destes sessenta anos, e0s Convene7f5es de Genebra, a tudo o que se tem passado e0 luz do sol, e para isso je1 ne3o he1 pachorra. Como diz ainda o Kaufman, However many Palestinians the Israelis murder in Gaza, they cannot solve this existential problem by military means. It is time for our Government to make clear to the Israeli Government that their conduct and policies are unacceptable, and to impose a total arms ban on Israel.Deledrios, claro.

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